Sobre a RioGráfica

A nossa missão

Queremos ser o principal parceiro de negócio na área de artes gráficas em actuais e novos clientes.

Através de uma gestão de excelência, de uma valorização dos nossos recursos humanos, investimento contínuo em tecnologia, da disponibilização de um serviço personalizado, organizado, diversificado e de qualidade.

Serviço este que deverá ir ao encontro das expectativas dos nossos clientes. 

30 Anos de experiência
+500 Clientes satisfeitos anualmente
3 Certificações que espelham o nosso compromisso

Quem Somos

Desde o início de atividade em 1980, a RioGráfica tem percorrido um percurso de crescimento apostando sempre nos seus recursos humanos e materiais.

Contando com uma equipa de profissionais experientes e altamente especializados, assim como dispondo de equipamento fiável, em constante renovação, damos resposta efetiva às necessidades e expectativas dos nossos clientes. 

Empresa certificada ao abrigo da norma NP EN ISO 9001:2015, toda a nossa atividade é orientada pela qualidade do serviço que prestamos aos nossos clientes, pela melhoria contínua dos produtos que realizamos, pelo envolvimento e satisfação dos nossos colaboradores e parceiros, assim como pela nossa sustentabilidade enquanto organização.

Comercial

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A nossa história

Quatro décadas a aprender a imprimir melhor

Começámos em Rio Maior, em 1980, com uma máquina e um prazo para cumprir. Desde então, o que mudou foi o equipamento — e a lista do que conseguimos fazer sem mandar nada para fora.

1980 — 1996

A origem

Uma tipografia de província que sobrevive à transição do chumbo para o offset e, em 1996, ganha a estrutura societária que ainda tem hoje.

1980 — Nasce a RioGráfica, em Rio Maior

Início de atividade com trabalho comercial de proximidade.

Permanência

1996 — Constitui-se a Tipografia Santos & Marques

A sociedade que conduz a marca até hoje. A RioGráfica deixa de depender de um dono e passa a ter estrutura.

Permanência

1996 — 2010

A escala

Em catorze anos o parque de impressão mais que triplica, chega a certificação da qualidade e entra o digital. É aqui que a casa deixa de recusar trabalho por falta de capacidade.

2004 — De quatro para catorze corpos de impressão

O salto que permitiu aceitar tiragens e prazos que antes saíam porta fora.

Capacidade

2005 — Certificação da qualidade, mantida desde então

ISO 9001 — e renovação da frota própria no mesmo ano, para deixar de depender de terceiros nas entregas.

Precisão

2010 — Entra a impressão digital, ao lado do offset

Duas tecnologias na mesma casa: tiragens curtas deixam de ser um problema a resolver fora.

Capacidade

2010 — 2020

O rigor

A década em que o investimento deixa de ser em quantidade e passa a ser em fidelidade: cor certificada, offset de alta definição e rastreabilidade do papel.

2015 — Heidelberg Speedmaster e novo CTP

Offset com mais detalhe e chapas gravadas com maior resolução. É o ano em que a qualidade passa a ser mensurável, não uma questão de confiança.

Precisão

2020 — Instalações ampliadas e certificação FSC

Cadeia de custódia certificada: o papel tem origem rastreável e o produto final pode ser rotulado.

Responsabilidade

2021 — hoje

O estado da arte

Três investimentos em quatro anos. O intervalo entre marcos nunca foi tão curto.

2021 — HP Indigo e mais uma Heidelberg de cinco corpos

Digital de qualidade offset e mais uma linha de 50×70. As duas tecnologias crescem ao mesmo tempo.

Capacidade

2024 — Fujifilm JetPress 720

Jato de tinta em 50×70: tiragens curtas no formato que antes só o offset fazia.

Capacidade

  1. 1980 Criação da RioGráfica, em Rio Maior.
  2. 1994 A RioGráfica é adquirida por Fernanda e Sérgio Lopes.
  3. 1996 Constitui-se a sociedade Tipografia Santos & Marques, Lda., que passa a deter a marca.
  4. 2000 Investimento em instalações e em novos equipamentos.
  5. 2004 O parque de impressão passa de quatro para catorze corpos.
  6. 2005 Certificação da qualidade, mantida até hoje, e renovação da frota própria.
  7. 2006 Aquisição de CTP para gravação direta de chapas.
  8. 2009 Reforço do parque de acabamentos.
  9. 2010 Entrada na impressão digital.
  10. 2012 Estatuto PME Líder, mantido até hoje.
  11. 2014 Linha trilateral para produção automatizada de revistas e catálogos.
  12. 2015 Heidelberg Speedmaster, novo CTP, costura à linha e impressão digital Roland.
  13. 2016 Vinte anos de Tipografia Santos e Marques.
  14. 2018 Xerox Versant 3100 e 80, guilhotina Guowang, plastificação automática e certificação da cor.
  15. 2020 Ampliação das instalações e certificação FSC de cadeia de custódia.
  16. 2021 HP Indigo e mais uma Heidelberg 50×70 de cinco corpos.
  17. 2023 Certificação de Responsabilidade Social Corporativa, em resposta à diretiva CSRD.
  18. 2024 Fujifilm JetPress 720, impressão digital em 50×70.

Pré-impressão

É aqui que o ficheiro se transforma em trabalho de impressão. Verificamos cores, cortes, sangrias e provas para que nada falhe na máquina — e avisamos sempre antes de avançar quando há algo a corrigir, quando conseguimos detetar atempadamente.

Impressão

O coração da casa. Offset e digital lado a lado, escolhidos consoante a tiragem e o acabamento pretendido, sempre com controlo de cor ao longo de toda a tiragem.

Acabamentos

O detalhe que se nota ao toque: seja corte, vinco, dobra, agrafo, colar, plastificar e outros tipos de acabamentos especiais, até ao embalamento. É a última fase — e aquela que dá o aspeto final ao trabalho.

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